sábado, 16 de junho de 2007

Costumes, sei lá

Hoje fui novamente ao Wal Mart passear um pouco. O Wal Mart aqui é diferente do que temos aí no Brasil, não é supermercado, é uma loja que vende tudo. Tem brinquedo, roupa, artigos esportivos, quase tudo mesmo. E descobri mais uma coisa interessante: fogos de artifício. E pensar que no Brasil, pra comprar um Caramuruzinho, temos que fuçar demais pra encontrar.

Outra coisa interessante são armas. O próprio Wal Mart tem armas à venda, tanto de verdade, quanto de chumbinho ou paintball. Tem um corredor só disso, quase comprei uma de bolinhas pra mim, mas não posso entrar no país com isso. Infelizmente. Ia ser divertido. Mas é muito diferente do que estou acostumado. Tem prateleiras com munição pra rifle, para armas de menor porte. Do outro lado, lá estão as armas. Parece filme do Michael Moore.

Tenho achado isso muito legal. Tudo aqui é extremamente acessível, em termos de peças para tudo. Por exemplo, som para carros. Vai na loja, acha vários modelos de som, vários modelos de caixa de som, cabo, conector, tudo o que precisa. Esportes, idem. Construção, idem. Claro que o fato de grande parte das coisas ser feita aqui facilita a vida, mas poderíamos ter algo assim no Brasil.

Para montar um computador, não temos outras opções que não comprar um montado, ou ir à Santa Ifigênia. Não há loja que tenha os diversos componentes, que se possa entrar, escolhe o que quer, e sai com ele debaixo do braço, sem a sensação de que está indo num lugar clandestino. Enfim.

Acabei de voltar do cinema. Fui ver Quarteto Fantástico 2, muito bacana. Efeitos bem legais e não tem a porcariada fresca que fizeram com o Homem Aranha. Claaaaro que deixaram a brecha para mais um no final do filme, mas acontece. Amanhã vou ver desenho. Não sei qual ainda, estou entre pinguins surfistas e ratos cozinheiros.

sábado, 9 de junho de 2007

Sem novidades

Ando sem novidades por aqui. Não sei se é só a vontade de voltar para a casa, acho que é também o fato de esse lugar ser minúsculo e não ter o que fazer por aqui. É engraçado isso, essa região aonde estou, que chamam de "Nova Inglaterra", tem uns costumes diferentes do resto do país, algumas coisas que vemos aí do Brasil como americano não acontecem por aqui.

Por exemplo as pessoas. Todos temos a visão de que americano é fechado, meio que sem educação até. Mas aqui aonde estou não, as pessoas são muito legais, conversam bastante, você é bem atendido nos lugares. Aí me lembrei de quando fui à Nova Iorque, em que você entra na loja e as pessoas te olham com cara de quem está fazendo favor pra você.

Mas enfim, hoje comi num restaurante italiano muito bom, acho que foi a melhor comida que comi aqui até agora. Aliás, a outra comida tinha sido italiana também. Comi um capeletti (que aqui chama tortelini) recheado com queijo e que vinha com costela fatiada. Fora a salada que ofereceram junto, que dava para alimentar umas três pessoas.

quarta-feira, 6 de junho de 2007

De Romário a Edmundo

O campeonato para o nosso time e parar mim vinha bem até o jogo de hoje. 2 jogos, 1 vitória, 1 derrota, 5 gols pra mim. Hoje jogamos contra o atual líder do campeonato, um bom time, foi um bom jogo. Exceto por conta do juiz. Parecia que ele estava apitando jogo de crianças de 10 anos. A qualquer sinal de contato, o cara já dava falta.

Até os 15 minutos do segundo tempo, não tinha conseguido marcar gols. Tinha tido duas chances, marquei uma, mas o homem do apito inventou um impedimento. Me lançaram a bola, tomei a falta, o juizão não deu, falei um palavrão, sem direção. Segue o jogo. Uns 5 minutos depois, me lançam a bola, carrego para dentro da área, e sou atropelado. Pênalti....? Nada. Continuou o lance, um defensor deles pega a bola, um jogador do meu time mal encosta no cara, aí é falta.

Podem imaginar que fiquei muito feliz com isso. Aí sim, perguntei polida e educadamente que excremento o senhor árbitro estava fazendo, e ganhei o segundo amarelo. Fui saindo e aí me dei conta: eu não tinha cartão! E os caras do banco me contaram que o juiz tinha me dado amarelo no primeiro lance sem eu sequer ver. Só aqui mesmo. Dessa vez não teve gol, mas pelo menos teve uma caneta antes de ser expulso.

Essa semana devo ir ver um filme engraçado, uma animação sobre pinguins que surfam, chamado Zurf's Up. Nesse final de semana começa a passar também o terceiro Onze homens e um Segredo, semana que vem tem a continuação do Quarteto Fantástico.

quarta-feira, 30 de maio de 2007

Não teve caneta, mas teve chapéu

Hoje teve jogo de futebol aqui na IBM de novo. Estava quente, mas com uma cara de que iria chover. Na verdade até choveu um pouco no começo do jogo, mas foi pouco e parou logo. Foi um jogo bacana, nosso time se organizou melhor, não ficou aquele jogo de criança, indo todos atrás da bola. Ocupamos melhor os espaços, trocamos mais passes, foi mais legal de jogar. Hoje fiz 3 gols, não dei caneta, mas dei um chapéu. Melhor ainda é que joguei quase o jogo todo e não deu cãimbra.

No trampo acho que finalmente vou conseguir desenvolver o sistema que estou precisando. Eu andava preso pela falta de definição de algumas coisas e hoje, após reuniões que duraram o dia todo, finalmente acho que vou conseguir ir em frente. O líder da equipe tem um sistema que já existe e ele queria que a gente simplesmente pegasse a mesma coisa que, digamos, faz bolas, e alterássemos para que, digamos, mandasse mensagens para celular. Fora o sistema dele ser um lixo e ele não ter tempo pra explicar para ninguém.

Ainda assim, acho engraçado as coisas nessa equipe. Poucos arrumam tempo para trabalhar, perdem muito tempo conversando e discutindo coisas ao invés de realmente colocar em prática, e não tem ninguém nem aí. Não consigo imaginar isso acontecendo nas empresas aonde trabalhei, nem em nenhuma das que conheço. Mas enfim. O que importa é que daqui a 3 semanas estou em casa.

segunda-feira, 28 de maio de 2007

Boston

Hoje foi feriado aqui nos Estados Unidos, foi Memorial Day, que é como nosso dia de finados, só que é em respeito aos mortos de guerra. Aproveitei o feriado e fui viajar para Boston, que fica a 3 horas e meia daqui. Consegui hospedagem barata em um hostel, que é tipo um albergue para estudantes, uma grande descoberta. Logo que cheguei, já conheci um monte de gente. O lugar é muito limpo, dá pra conhecer gente do mundo todo. Conheci gente da Austrália, Japão, Cingapura, Polônia, Irlanda, França e Tailândia, pessoal muito gente boa. Além disso, eles promovem vários eventos, tem uns ingressos para passeios na cidade de graça.

Cheguei em Boston no sábado na hora do almoço e fiquei bem contente. Depois de 2 meses vi um prédio! Civilização. Deixei o carro num estacionamento ao lado do metrô e andei o feriado todo a pé e de metrô. Boston tem o metrô mais velho do mundo, desde 1890. Os trens são meio zuados, mas funcionam muito bem, engraçado é que tem condutor na maioria dos carros de cada trem. A cidade é muito bonita, é mais ou menos do tamanho de Curitiba, tem muitos parques, as pessoas são muito educadas.

No primeiro dia fui ao aquário da cidade. No caminho, passei pela biblioteca pública, que é absurdamente grande, acho que nunca vi uma biblioteca tão grande assim. Logo em seguida fui para o aquário da cidade. Muito legal mesmo, olhem as fotos. Tem um grande tanque central com criaturas do mar, e várias exibições ao redor. Pinguins no primeiro andar e focas ao lado de fora, além de vários shows com os animais. Logo em seguida fui ao cinema 3D que tinha ao lado. Bacana, mas nada demais. Tomei um sorvete meio doido. Ao invés de ser massa, era um monte de bolinhas bem pequenas. Uma droga.

À noite fui com um brasileiro que conheci no hostel tomar uma cerveja. No domingo andei acho que uns 20 km durante o dia, tinha um monte de coisa pra conhecer. Logo de manhã, fui ao Fenway Park, que é o estádio de baseball do Red Sox, muito legal. Em seguida fui à Freedom Trail, que é uma trilha que liga vários pontos históricos da cidade, como a prefeitura antiga e as residências de algumas figuras importantes da história americana. Boston é uma cidade muito importante na história americana, e tem muita cultura, muita faculdade.

Depois fui visitar as duas maiores faculdades daqui, o MIT e Harvard. Muito legal, Harvard é a faculdade mais antiga do país, tem uns prédios muito bonitos. O MIT é um dos institutos de tecnologia mais importantes do mundo, tem um museu muito legal, cheio de coisas interativas, invenções antigas e tal, valeu muito à pena. No final do dia fui ao topo de um dos prédios mais altos da cidade para ver tudo pelo alto. À noite fomos a um evento num pub que o hostel promoveu, foi muito legal.

Voltei hoje na hora do almoço. No caminho parei na cidade de Nashua, que tem muitos brasileiros, e comi um arroz com feijão e churrasco. Muito bom, estava precisando de comida de verdade.

quinta-feira, 24 de maio de 2007

Futebol

Desde o sábado não fiz muita coisa interessante. No sábado fui ver um filme porcaria, sequência de 28 dias depois, sobre Londres sendo infectada com o vírus da raiva. Tão ruim que não vou perder meu tempo escrevendo aqui. Domingo fui à Stowe, uma cidade próxima daqui, que todos falavam que era muito bonita. Concordo, mas não é muito diferente de todas as outras, coloquei fotos novas no álbum.

Bacana mesmo foi ontem, começou o torneio de futebol aqui da IBM. O lugar era muito bacana, tinha uns 10 ou 12 campos de futebol, todos muito bons. Cheguei lá e já estava rolando o primeiro jogo. Até que não era tão ruim quanto eu esperava, mas os caras jogam como crianças, vai aquele bolo de gente atrás da bola o tempo todo. O time mais forte dos últimos campeonatos perdeu o primeiro jogo.

Fui para o campo do lado, meu time foi chegando. Era engraçado, metade tinha cara de quem nunca tinha visto uma bola de futebol na vida, a outra metade parecia que já tinha visto mas não ficava muito à vontade. Mas até que me surpreenderam, não jogam tão mal quanto era de se esperar. Logo no começo do jogo, com uns 2 minutos, fiz um gol com um drible da vaca no zagueiro. Mas não ficou tão fácil assim. Meu time deixava a defesa toda aberta e não conseguia mandar a bola pra frente, então não consegui jogar muito mais.

A cada gol que a gente fazia, a defesa entregava outro. Fora que os caras corriam 3 minutos e cansavam, então trocava toda hora, já que não tinha limite de substituição nem impossibilidade de voltar se saísse. Fiz mais um gol no segundo tempo, mas acabamos perdendo o jogo. Nossa defesa era muito lerda e eles tinham dois atacantes muito rápidos, terminou 6 a 5 pra eles. Ganhei uma bela câimbra nas duas pernas também. Esse final de semana vai ter feriado aqui e vou a Boston, ver se consigo comer uma feijoada (tem muito brasileiro por lá).

sexta-feira, 18 de maio de 2007

Cultura

Hoje estou me sentindo uma pessoa extremamente culta. Explico. Minha chefe colocou os filhos dela em uma escola particular por aqui (coisa rara, já que as escolas públicas tem ensino de qualidade), e eles teriam um concerto, em que as crianças de 5a a 8a série tocariam. A princípio fiquei na dúvida sobre ir ou não mas, como não tinha mais o que fazer, resolvi ir.

Agora admito que deveria lavar minha boca com sabão ao dizer que fui só porque não tinha mais o que fazer. O lugar é muito bonito, é uma fazenda enorme, tinha um prédio com 80 quartos! É gente demais vivendo num lugar só. Mas enfim, hoje o que rolou foi o último ensaio antes da apresentação "de verdade", que será amanhã. Mas já estavam todos com o figurino e tal. As peças do leilão que vai acontecer, já estavam no seu local também. O evento na verdade é para juntar dinheiro para a escola.

Isso eu não entendi muito bem. Pelo que minha chefe falou, a escola é cara, mas ainda assim precisa fazer esses leilões para se manter. Bom, o primeiro "ato", foram as crianças com os instrumentos tocando duas "músicas" (não sei se esse é o termo). Impressionante. Na primeira, estavam nervosos, dava para ouvir alguns erros. Na segunda, perfeitos.

No segundo ato, fiquei arrepiado de verdade. Todos foram cantar, juntos a um coral da comunidade, e havia apenas 4 pessoas com instrumentos, sendo dois pianos, três bumbos e algumas coisas de metal. Começaram logo com Fortuna, parte de Carmina Burana. Se pesquisarem, verão que já ouvira. Realmente, é de arrepiar. Muito legal mesmo, fiquei com vontade de pesquisar mais sobre música clássica e talvez até mesmo ir a algum concerto quando voltar pra casa.

quarta-feira, 16 de maio de 2007

Televisão

Hoje o meu conceito sobre a televisão brasileira melhorou muito. Estava eu tomando café da manhã tranquilamente, quando vejo uma propaganda sobre o novo programa da televisão americana: bingo na tv. Não, não é mentira. É tão estúpido que demorei uns 10 minutos para conseguir acreditar que não estava assistindo o canal que só passa comédia e que era um programa de verdade. Perto disso, toda a porcaria produzida pela televisão brasileira é fichinha.

O que leva um idiota a produzir um campeonato de bingo na tv? Em horário nobre ainda, e sem velhinhas jogando. É um campeonato falso! Que jogo de bingo que se preza que não tem um velhinho sequer? Mas até que é coerente. Televisão aqui é 30 minutos de propaganda para cada 10 de programa. Os programas só tem coisa repetida. Toda noite tem maratona de alguma coisa. Everybody Loves Raymond passa umas 4 horas por dia. Friends umas 3.

E ainda tem o maldito American Idol. Toda a imprensa presta atenção nesse show de aberrações. E não é só notinhas. Todos acompanham ferrenhamente, tem seus favoritos, se alguém sai os caras vão entrevistar, ficam analisando porque saiu, porque os outros ficaram. É muita cretinice pra minha cabeça. E esse não é o único 'show de realidade'. Tem ainda os no gênero do 'No Limite', alguns para descobrir novos chefs de cozinha. Só não tem o lixo do Big Brother.

Mas tem um canal do qual não posso reclamar. O Animal Planet. Passa um monte de programa engraçado, com uns bichos teimosos que precisam ser treinados, documentários sobre animais diversos e por aí vai. Minha televisão não sai desse.

segunda-feira, 14 de maio de 2007

Compras no final de semana

No sábado fui com a Laura, minha amiga brasileira, à North Conway, em New Hampshire. Ela tinha comentado comigo que lá era um lugar muito bom, pois tem muitos outlets. Eu estava querendo comprar umas roupas e presentes, aí fomos. O caminho é muito bonito, passamos pelo Mt. Washington, que é a montanha mais alta da região (fotos) , tem várias trilhas pra fazer (vou ter que voltar lá só pra fazer as trilhas) e cachoeiras também.

Foi uma viagem curta, 2 horas e meia, estrada boa, sem pedágio. Isso é um mal das estradas aqui, elas são muito boas e sem curvas, enche o saco. Gosto das estradas do Brasil, que tem curvas, coisas para ver ao redor. Uma coisa legal é que não tem outdoors nas estradas do estado de Vermont. Passamos por umas 5 estações de esqui. É engraçado olhar para uma montanha toda cheia de verde e pensar que um mês atrás tinha gente esquiando ali.

A cidade é muito bonita, não tem prédios, tem muitas árvores. A cidade inteira cresceu ao redor da avenida principal, que é razoavelmente comprida. O shopping dos outlets é maior do que eu esperava, tem umas 20 lojas. Tem loja da Gap, Nike, Adidas, Reebok, entre outras. Os preços são interessantes, mas tem que tomar cuidado. As lojas maiores, como Nike, Adidas e Reebok, não tem preços muito diferentes das lojas regulares, mas tem vários artigos com preços promocionais.

Não consegui comprar muita coisa, mas comprei o que precisava, uma jaqueta e uns presentes. De qualquer maneira, vou ter que voltar lá. Quando a Ka e minha mãe vierem, certamente vão querer ir até lá, então vou ter a chance de olhar de novo e ver se encontro algo.

quinta-feira, 10 de maio de 2007

Post parte 1 - Trabalho voluntário

Hoje vou fazer um post um pouco diferente, tenho dois assuntos sobre os quais quero falar. No primeiro vou falar do meu dia de trabalho, depois vou falar da derrota do meu time ontem.

Minha empresa estimula os funcionários à fazer trabalho voluntário e hoje o meu departamento marcou um dia para ajudarmos um acampamento gratuito para crianças. Fomos ajudá-los a melhorar suas instalações, como seu jardim, alguns lugares para as crianças ficarem, entre outras coisas. Acho bem legal a maneira como a empresa faz isso, ela nos estimula a fazer isso em um dia de trabalho, ou seja, ela está de fato apoiando a causa. No Brasil, vi várias empresas que estimulam isso, mas nos fazem fazer isso no sábado, dia que não trabalhamos. Se é para fazer em dia livre nosso, porque fazer pela empresa? Para fazer ela ficar bonita na foto? Algo a se pensar.

Quase todas as pessoas do departamento foram. Cada um ficou responsável por trazer uma coisa para o churrasco que fizemos na hora do almoço. O lugar fica a mais ou menos 30 minutos da cidade, no meio da floresta. É um lugar bem bonito, com muitas àrvores, muito preservado. Está muito no começo ainda, tem apenas um banheiro, e ainda não tem luz ou telefone, mas eles estão trabalhando nisso. Eles precisavam de ajuda com o jardim, com dois galpões que precisavam de alguma construção com madeira, e uma outra área que precisava ser limpa. Dividimos as pessoas e fomos trabalhar.

Eu ajudei o Chris com um galpão aonde eles guardavam as ferramentas que usam no lugar. Iríamos construir um porão para poder guardar coisas maiores e servir de base para mais algumas coisas que eles vão construir. Foi bem fácil até, mas vai ajudá-los bastante.

Na hora do churrasco, fiquei surpreso. Achei que iríamos ter algo como temos no Brasil, em que, se combinamos de cada um trazer algo, todos fingem que não é com eles, trazem uma quantidade mínima do que deviam, ou não trazem nada, e o evento fica uma droga. Todos trouxeram coisas muito boas, trouxeram duas churrasqueiras enormes, muita comida, sobrou até! O meu chefe levou carne de alce, que ele caçou. Muito boa a carne, bem macia, se eu não soubesse, poderia dizer que era de vaca, facilmente.

Foi um dia muito legal. Pudemos ajudar gente que precisava, tivemos um tempo com as pessoas com quem trabalhamos fora do escritório, e aproveitamos um dia bacana, estava bem quente. Mais dois exemplos para levar daqui.... Um pra mim e algo pra pensar sobre trabalho...

Post parte 2 - São Paulo

Bom, como não podia ser diferente, não posso ignorar o fato ocorrido com meu time ontem. Fomos eliminados da Libertadores, o campeonato que tínhamos maior esperança de conquistar. Não vou falar que eu era um que tinha muita esperança nisso, mas sempre torci. Não tinha esperança por um simples fato que vem desde o início de 2006: o nosso técnico. Não, não acho o Muricy um bom técnico. Tem feito boas campanhas? Sim, não posso negar. Mas não é técnico que tire o melhor de um time. Não é um cara que sabe vencer, é um cara que sabe perder e ser constante.

Justifico o sabe perder. É aquela coisa de ser um bom competidor. Sabe, "o importante é competir"? É ele. Sinceramente, isso não funciona pra um treinador. Um cara que quer tirar o máximo de uma equipe não pode ficar com esse discurso politicamente correto de, "se perdermos, a vida continua", como ele vive fazendo. Admito que, como pessoa, o acho um cara demais. Não fica se dobrando pra imprensa brasileira que adora fazer sensacionalismo, e fala na cara o que tem que falar. Mas não o quero no meu time.

Nas duas maiores derrotas dele no SP, isso ficou claro. Nosso time começou apático em Porto Alegre, tanto no ano passado, quanto esse ano. Quando a coisa apertou, ao invés do time crescer, o time ficou nervoso. Ano passado, claramente perdermos o título no Morumbi, justamente por não irmos pra cima do Inter desde o início. Esse ano, perdemos a classificação por ficarmos jogando como se fôssemos imbatíveis, como se não fizesse a mínima diferença se perdemos ou ganhamos.

Fora alguns jogadores e táticas questionáveis. Apesar de não entrar jogando com três zagueiros, entrou com Richarlyson, que jogou como zagueiro. Fora este ser um jogador mediano que acha que é bom. Diferentemente do Leandro, que sabe que é mediano mas ao menos se esforça. Mas já estava na hora de ir pra reserva por um tempo. Jadílson provou que não é jogador para Libertadores, devia ter entrado com o Jorge Wágner que, apesar de eu não gostar do seu estilo, joga bem essa competição. O Dagoberto ainda não tem preparo físico suficiente pra jogar um jogo inteiro, mas seria uma opção melhor para começar o jogo.

Pode parecer fácil criticar agora, mas acho que o que digo não é novidade, sempre vim criticando. Mas enfim, não sei se seria hora de mudar o técnico, até mesmo por conta da falta de opções. Gostaria de ver o Dorival Júnior, ex-São Caetano, ter uma chance em time grande, vamos ver como se sai no Cruzeiro. E que venha o Goiás.

domingo, 6 de maio de 2007

Churrasco

Ontem fui lá no churrasco com o pessoal da universidade, foi bem legal. Aí embaixo tem uma foto da gente no pub, tem mais fotos no meu álbum. Foi um churrasco de fechamento do semestre, para comemorar o desempenho e para integrar a turma também. Na foto, essa de blusa preta do meu lado é a Laura, a brasileira que conheci aqui.





Foi em um lugar bem legal da faculdade, um campão aberto, o dia tava bonito. Pena que estava ventando muito, e um vento muito gelado. A comida era bem servida, gostosa, uns hambúrgueres nervosos. Sim, churrasco aqui é coxa de frango e hambúrguer. A única coisa ruim era a bebida, não tinha cerveja e só tinha umas limonadas zuadas. Mas não dá pra reclamar. Completamente aberto, se tivesse alguém no meio da rua a fim de participar, podia.


À noite resolvi comprar um joguinho de videogame original, só para ter o gostinho de ter um. Aqui eles vendem jogos usados, consegui comprar um joguinho bacana por 6 dólares. Tomei um susto, o jogo não funcionava nem a pau. Resolvi ir na loja pra ver o que eles faziam, o jogo estava com problema mesmo e troquei. Voltei hoje e funcionou, uma belezinha.


Hoje não fiz nada de muito especial. Saí pra almoçar, aí peguei o mapa e olhei pra algum lugar que não tinha ido. Resolvi ir até o "Rock of Ages", que é a maior reserva de granito do mundo. Cheguei lá e até q era bacana, vi um vídeo da evolução da empresa e tal, mas não consegui ver muita coisa, só tem tour à partir de junho. Mas deu pra ver uma outra mina de onde eles pararam de tirar as pedras, e realmente é impressionante o tamanho.


Tinha pensado em mais coisas para escrever, mas fugiram. Sussa.

sexta-feira, 4 de maio de 2007

Pubs/Batting Cage

Quarta-feira fui com o pessoal da universidade no Pub Tour. Foi um evento organizado pela universidade para comemorar o final do semestre, e para integrar os alunos de todos os semestres. Foi bem bacana, não tinha muita gente, mas o pessoal que conheci no outro dia estava lá, deu para conversar bastante. Fomos à 4 pubs diferentes durante à noite. O bacana daqui é que a maioria dos lugares você não precisa pagar para entrar. Geralmente, quando tem que pagar, é porque tem banda, aí é cobrado o couvert.

O primeiro pub mais parecia um restaurante. Era bem quieto, não tinha música, estava meio vazio. Nos outros todos havia música. No terceiro tinha karaoke, coisa de japonês, mas os americanos bem que estavam gostando. No quarto, tinha batata frita no vasco e uma banda bem legal de rock. O pessoal daqui curte bastante rock, não vi nada eletrônico por aqui. No final da noite, descobri que vai ter um churrasco amanhã, no vasco.

Saindo do trabalho hoje resolvi ir à um batting cage. Traduzindo, uma "jaula", aonde você fica com seu taco de baseball esperando que a máquina lhe lance uma bola para rebater. É divertido e é uma diversão bem barata. Por 1 dólar, você pode rebater 12 vezes. E tem também algo semelhante para golfe, você compra um balde de bolinhas e fica lançando no gramado, para ver se consegue mandar longe. Fui também à loja da Adidas, eles tem muita coisa por preço legal.

Hoje me dei conta que terei um feriado por aqui, no dia 28. Vi que está tendo uma promoçào em uma companhia aérea, vou pagar 100 dólares ida e volta para Nova Iorque. Arrumei também hospedagem barata, vou ficar em um Hostel, que é um tipo de um albergue, por 30 dólares a noite. O hotel mais barato fica 70 dólares a noite. Acho que vai ser legal. Já conheço NY, mas sempre vale a visita. Ainda mais porque já descobri que tem balada de samba rock por lá, então serei forçado a conhecer.

quarta-feira, 2 de maio de 2007

Novidades

Faz tempo que não escrevo, estava meio sem o que escrever. Fui ver o filme do Nicholas Cage, foi bem legal. A idéia é meio besta, um cara que vê o futuro, mas o filme ficou bem legal. Para os que não leram o último post, aqui chama Next. No sábado fui visitar a fábrica de chocolates Lake Champlain, que é local. Foi meio sem graça, não vimos quase nada, mas foi interessante porque tinha um cara fazendo uma demosntração de como se faz um bombom. E no final provamos dois bombons bacanas também.

À tarde, resolvi ir à fábrica de sorvete, o Ben and Jerry's. O tour foi meio sem graça também, mas foi bem legal conhecer a empresa. Eles começaram aqui, mas hoje vendem no país inteiro. Têm apenas 3 fábricas, e se preocupam muito com a comunidade daqui, têm vários programas de ajuda, só compram matéria prima das pessoas daqui e tem um dia que eles dão sorvete de graça o dia todo! É diferente também, pois eles não tem sorvetes comuns como temos no Brasil, de morango, chocolate, etc. Aqui é morango com chocolate e biscoito, chocolate com biscoito e licor, várias misturas bem diferentes.

Domingo eu fui ao festival do maple em St. Albans. A cidade é bonitinha, a que tem mais diferença com relação às outras da região. Mas o festival em si foi uma coisa bem sem graça, não tinha quase nada. Tinha umas 6 barracas de comida e um palco em que grupos de crianças faziam apresentações de música e dança.

Hoje fui ao Wal Mart comprar uma caneleira vagabunda para o torneio de futebol e acabei descobrindo duas coisas tentadoras: tacos de baseball e armas de chumbinho/bolinhas. Os tacos de baseball são muito legais, a maioria de metal, e é muito barato! Sai uns 30 dólares, achei que fosse custar pelo menos uns 100. As armas foi o mais legal. Várias muito legais, com o tubinho de gás para você trocar, umas vinham com um alvo para você atirar. E tinha armas de paintball também, no meio da loja, muito bacana.

Hoje à noite vou encontrar minha amiga brasileira com os amigos dela. Vai ter um evento da faculdade, vai ser um tour pelos pubs da Church St. Acho que vai ser legal, vou ter oportunidade de conhecer mais gente.

sábado, 28 de abril de 2007

Modernidades do mundo contemporâneo

É, não teve jeito, fui cortar o cabelo. Estava tentando dar uma enrolada, mas chegou num ponto em que eu estava ficando incomodado. Na quinta estava conversando com uma pessoa na IBM, e ele falou que tinha acabado de cortar, que tinha um lugar legal. Por coincidência, era perto do hotel, então resolvi tentar. O cara tinha me recomendado uma mulher que chamava Sheila, que é quem cortava o cabelo dele.

Cheguei lá, procurei por ela. É um lugar diferente dos lugares no Brasil. É do mesmo tamanho, mas cada mesa tem uma televisão para ver. O engraçado são as pessoas que cortam. Não parece que eles sabem o que estão fazendo, sabe? Pode ser impressão baseada apenas no lugar aonde fui, talvez os lugares mais chiques sejam diferentes, mas ainda assim. Eles cortam muito rápido, quase não colocam a mão na sua cabeça, nem para firmar, para não fazerem besteira sabe? Achei bem engraçado é que eles tem um tipo de um aspirador para passar na sua cabeça no final, para tirar o excesso de cabelo.

No final das contas, não ficou como eu esperava. Pelos dois lados, tanto pelo bom, quanto pelo ruim. Não foi tão ruim quanto poderia ser, mas também não ficou uma maravilha. Menos mal, vai, está aceitável. Mas acabou saindo caro memo, saiu quase 20 doletas. Para os leitores que costumam utilizar os serviços do Soho pode parecer normal, mas para mim, que estou acostumado a cortar por 10 real, não é.

Ontem no final do dia, uma mulher na IBM me passou o contato de uma brasileira que ela conhece na universidade. Trocamos email e nos encontramos na cidade. A moça trabalha na universidade como consultora de assuntos estudantis, como moradia, alunos de minorias, etc. Ela é de Belo Horizonte, é um pouco mais velha (28 anos) e está trabalhando aqui como parte do mestrado dela. Saímos com uns amigos dela, foi engraçado.

Show de modernidade pra minha cabeça. Sentamos para tomar sorvete, e tinha dois casais de lésbicas, um casal de gays, um casal "comum" e uma transsexual, a coisa mais moderna que o Bateman. É algo assim, consideremos nossa amiga Maria. Convivemos com a Maria, e sabemos que ela não é fã de meninos. Aí, um dia, ela vira para nós e diz: "De hoje em diante, quero que vocês me chamem de João, e comecem a se referir a mim como 'ele'". Não contente com tanta modernidade, Maria/João ainda compartilha conosco que eventualmente vai começar a tomar hormônio e instalar um pipi.

Foi bem legal, o pessoal é bem gente fina. É uma turma que faz todas as matérias juntas, então são bem unidos. São muito animados, tem uma conversa legal. Acho que agora vou ter companhia para ir à algum bar ou algo assim no final de semana. Hoje vou assistir Next, um filme com o Nicholas Cage, em que ele pode ver o que acontece no futuro.

quarta-feira, 25 de abril de 2007

Velhice

Falando com minha mãe ontem, me dei conta que está chegando um momento que não queria que chegasse: a hora que vou ter que cortar meu cabelo. Aqui não é costumeiro ir ao barbeiro cortar, é comum que um membro da família corte o do outro, não sei qual será a qualidade do serviço. Fora que tenho que admitir que sou bem chato com isso. Já perguntei à algumas pessoas que trabalham comigo por referências, mas eles mesmos cortam o cabelo em casa, o que pode complicar mais as coisas.

Hoje me dei conta de como tem muita gente velha aqui aonde estou. A Nat postou as fotos dela, ela está em San Diego, tem um monte de gente jovem, um lugar que parece mais alegre. Foi aí que bateu que aqui tem muita gente velha. Engraçado, eu já tinha notado, mas ainda não tinha "batido" de fato. Acho que preciso arrumar alguma balada ou bar mais animado pra ir. Estranho é que aqui tem a universidade, então, teoricamente, deveria ter gente jovem.

Pode ser por conta do tempo. No domingo notei que, ao menor sinal de sol, parece que a cidade "floresce", as pessoas saem na rua. Isso pode ser algo que influencia não ter tanto jovem por aqui. Além do que, pelo que tinha visto, a universidade ainda está em férias, parece que estão retornando agora.

Hoje no trabalho fui convidado para participar de uma ação beneficente. É algo que a empresa estimula, trocar um dia de trabalho por um dia de ação beneficente. Nesse dia vamos a uma espécie de acampamento fazer uma reforma para os que usam. Vamos pintar paredes, cortar a grama, consertar as grades e tal, parece ser interessante.

segunda-feira, 23 de abril de 2007

Domingo

Esse domingo foi bacana. Eu estava com uma baita vontade de comer um arroz com feijão, então resolvi ir de novo até o restaurante brasileiro que tem em Burlington para ver se estava aberto. O dia estava muito bonito, acho que foi o dia mais quente que peguei aqui, o céu limpinho, muito bonito mesmo. Cheguei lá e o restaurante estava fechado ainda, fui até um restaurante japonês que também estava fechado. Comi um sanduíche mesmo, mas foi bem legal, todos os restaurantes colocaram mesas nas calçadas para o pessoal aproveitar o sol.

Resolvi ir à Montpellier, que é a capital do estado. Vi algumas coisas engraçadas na estrada, como placas escritas "Alce" ou uma cidade chamada "Mais Cidade" (Moretown). Montpellier é bem pequena, mas é muito bonita. Tem um prédio para representar a capital do estado, e esse prédio é uma réplica da casa branca. Tem uma praça bem bonita na frente, o pessoal estava jogando futebol.

Aproveitei e fui à Morse Farm, em que eles fazem xarope de Maple. Eles não estavam fazendo de verdade, tinham uma pequena amostra fazendo, apenas para ter o cheiro. É bacana, o processo é bem parecido mesmo com o de fazer borracha, tira a seiva da árvore, cozinha a seiva. Tinha até uma ovelha perdida por lá. Consegui provar os diferentes tipos de xarope, tem uns com gosto mais forte, outros com gosto mais fraco.

Hoje trabalhei bastante, finalmente consegui descobrir as falhas da ferramenta e como contorná-las, agora vai ser mais fácil fazer o que tenho que fazer. Acho até que vai dar para fazer as coisas mais rápido do que eu esperava, dando mais tempo para uma parte mais chata que tenho que fazer depois. Esse final de semana quero ver se vou à fábrica de sorvete, além do festival de xarope de Maple que tem no sábado.

sábado, 21 de abril de 2007

Passeios no mato

Esse final de semana fiz dois passeios bacanas, no meio do mato. Na sexta estava indo embora do trabalho, e resolvi parar em um parque que tem logo do lado. Coloquei algumas fotos uma outra vez, é o que tem uma queda d'água. Foi uma surpresa bastante agradável. Eu já estava bem surpreso pelo fato de ter um parque no lugar aonde é (um riozinho que passa por debaixo da avenida), me surpreendi ainda mais dentro do parque.

Como as fotos mostram, o riozinho não é bem um riozinho. Na verdade aquela queda d'água é uma pequena hidrelétrica, para fornecer energia para a região. Descendo lá, deu pra ver que é um lugar bem bonito, tem até umas trilhas que dava pra fazer. Andei um pouco por dentro do parque, mas, como estava com medo de fecharem o parque (fecham as coisas cedo por aqui), resolvi não andar muito, voltarei outro dia.

Hoje fui com a minha chefe e a família dela em um passeio para fazer trilhas. Isso é bem comum aqui, esse estado é conhecido como o "estado verde", por conta da quantidade de natureza que tem aqui, e as pessoas gostam muito de fazer trilhas. Fui até a casa dela, e tomamos o barco para cruzar até o estado de Nova Yorque. É um passeio muito legal, demora uns 30 minutos, é bem bonito. Fomos até uma montanha no parque Adirondack, que tinha uma trilha tranquila, já que tínhamos crianças conosco.

Chegando na montanha, foi bem legal. O dia estava quente (finalmente), com o céu limpo. Ainda assim, havia neve em alguns lugares. Eu acabei me dando um pouco mal, pois não estava com tênis bons para caminhada, então tomei vários escorregões. A paisagem era bem bonita, principalmente lá no topo da montanha, aonde paramos para almoçar. O silêncio lá em cima é impressionante, e a vista é muito boa.

Na volta, paramos em um lugar aonde era um antigo forte inglês, que foi tomado pelos americanos quando da guerra pela independência. É muito legal, tem as ruínas das construções ainda, dá pra entrar em alguns deles. Lá fizemos uma fogueirinha e fizemos marshmallow derretido com chocolate, muito gostoso. Muito melhor do que comer "cru".

Ontem fui ao cinema, fui ver um filme chamado Fracture, com o Anthony Hopkins, muito legal. Não sei o título em português, mas vale a pena.

quarta-feira, 18 de abril de 2007

Passeios

Ontem descobri que a sorveteria mais popular daqui, a Ben and Jerry, estava promovendo o dia da casquinha grátis. Sinceramente não faço idéia do porque, mas parece que era para celebrar o início da primavera. Estratégia interessante. E o mais interessante é que não era miserável a quantidade de sorvete que davam não, era uma bela casquinha com duas bolas de sorvete. Eu não fui tomar, vi na televisão. Estava frio demais pra tomar sorvete. Mas já comprei sorvete deles, é realmente muito bom, algo do padrão do Hagen Dasz.

Essa sorveteria é bem diferente, tem sabores bem diferentes do que temos aí no Brasil. A maioria é combinação de sabores, é difícil ver sabores como chocolate, morango. Tem chocolate com baunilha e biscoito, tem um que parece um panetone de tanta fruta que tem. O único "convencional" que eu vi foi o de baunilha. É até difícil escolher no supermercado. Quanto esquentar um pouco vou fazer uma visita à fábrica, tem um tour.

Na segunda feira pedi a um cara no trabalho para me mostrar algumas coisas que eu deveria visitar no estado. Me surpreendi, o cara me deu várias opções bacanas. Tem fábrica de queijo, vai ter um festival de balonismo, tem várias estradas com um visual bacana, me falou também de várias opções de lugares para ir fazer trilha. Hoje a minha chefe me chamou para ir fazer uma trilha com a família dela no sábado. Na sexta à noite vou tentar ir à alguma fazenda que esteja fazendo xarope de maple (não tem tradução, é uma árvore daqui), para ver o processo. O xarope é muito bom, de pôr no sorvete e tal.

No trabalho, consegui tirar as informações que precisava da arquiteta. Agora o problema é vencer a ferramenta. O programa que uso é um pouco diferente do que estou acostumado, tem vários recursos a mais, mas é um pouco complicado de usar, as coisas não são muito claras. O bom é que, se eu conseguir aprender legal, não vou ter que ficar digitando as coisas, o programa gera tudo sozinho.

segunda-feira, 16 de abril de 2007

Mais neve - De novo

Ontem não fiz nada. Sim, voltei à minha rotina de domingo, em que geralmente não faço nada. Eu realmente não gosto de fazer algo ao domingo, sei lá, é um dia para ficar tranquilo, mofando. Ia esquiar mas, de novo, estava chovendo, então desisti. Resolvi ir comer num restaurante brasileiro que tem em Burlington. Fui até lá meio na dúvida se estaria aberto, pois no site estava escrito que eles reabririam apenas em abril. Cheguei lá, o dono estava na porta, falou que estavam com um probleminha com a legislação de incêndios e tal.

Acabei indo ao velho rato donalds. Que porcaria, consegue ser pior que o daí. Não tem todas as opções de sanduíche (não que faça muita diferença, como sempre o mesmo), e o lugar é meio abandonado, muito zuado. Isso porque tem um a cada esquina. Devia ter ido ao KFC, que ainda não fui, e tem uma salada bem bacana. Depois fui ao shopping dar uma volta, acabei comprando umas camisetas bacanas bem barato.

À noite resolvi comer pizza num lugar que tinha aqui perto, de um italiano. A menor pizza que eles tinham pra vender era a nossa grande. Mas muito boa, valeu a pena. Era bem parecida com a nossa, com massa grossa. E o mais interessante, é que eles não tem os sabores montados, eles te dão as opções e você escolhe. Comi demais, passei mal. O mais engraçado foi que voltei do shopping eram 17 horas, sem sinal de neve. Saí pra comprar pizza às 20, estava tudo coberto de neve. Muito coberto, até a rua, que nunca tinha ficado com neve, estava cheia. É engraçado dirigir na neve, parece rally. Olhem as fotos.

Hoje trabalhei pra caramba, tive de alterar umas coisas. É engraçado, a arquiteta do sistema vai sair de férias, teria que me passar as coisas pra eu poder ir desenvolvendo o sistema. Mas tudo o que tenho de tirar dela, parece que tenho que tirar mesmo, muito difícil. Parece que não quer dizer. Enfim, se não falar, azar dela, minha chefe não vai ficar com vergonha de ligar pra ela.