quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Tirando as moscas

Ando sem novidades, mas tenho que escrever algo aqui. Tá cheirando a mofo, fica aquela coisa velha e tal. Meu tornozelo ainda não está 100%, mas está perto. Vou ter de fazer fisioterapia ainda, mas já dá pra andar e até já joguei um futebas, apesar do médico ter dito em contrário. O Tricolor vai daquele jeito, tropeçando, mas quem sabe não sobra pra gente..... O Grêmio tropeça mais que o bateman e o Luxa tem tropicado no final, vamos ver.....

Mês que vem vai ser o festival de casamentos.... Paula e Diego, cada qual com seus respectivos....

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Contusão

Sábado fui jogar o torneio da minha empresa e torci o pé no jogo. Foi bonito o negócio, na hora mesmo meu pé ficou parecendo uma bola, inchadão. Estávamos perdendo e eu pensei em voltar pro jogo. Esperei sentado um pouco, parou de doer. A hora que fui levantar, veio aquela pontada do tornozelo até a nuca, sabe? Aquela dorzinha bacana legal mesmo. Fui obrigado a desistir.

Assisti o jogo até o final, meu time acabou perdendo, e fui pra casa. Atravessar a avenida pra pegar meu carro foi algo interessante. Como não dava pra apoiar no pé machucado, tive de ir pulando feito saci. Imagina a cara de quem estava assistindo à cena. Ainda no carro, liguei pra minha mãe, pra saber se tinha antiinflamatório em casa e já comprar se não tivesse. Ela ficou desesperada como se eu tivesse amputado a perna, tá loko.

Acabei indo ao hospital pra ver o que tinha acontecido, já que meu pé tava muito inchado. Não foi nada de grave, graças à Deus, só uma torção, mas tive de imobilizar o pé. Ou seja, não posso pôr o pé no chão. Nunca imaginei o martírio que seria. Não consigo fazer xixi de pé, tenho de fazer sentado. Ir do meu quarto à cozinha é um suplício já que não tenho muletas. Tomar banho então, nem se fale. Tomar banho sentado é um terror.

Passei sábado à noite e domingo inteiro deitado para que o inchaço do pé diminuísse. Ter de ficar deitado sem ser por vontade própria é chato demais. Não que eu não fosse fazer isso voluntariamente nesses dias. Mas ser obrigado a isso é muito ruim.

Como podem ver por este post, eu sou um cara chato quando estou doente/machucado/etc. Imaginem então como está sendo conviver comigo esses dias. Sorte de vocês que só lêem o que eu escrevo.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Caso Robinho

Vou escrever de novo sobre futebol aqui, ando sem assuntos mais genéricos e que agradem à mais pessoas do que futebol, infelizmente. Até podia falar sobre bolsa de valores, mas acho que isso é ainda menos agradável à maioria do que futebol. Resolvi falar sobre algo que realmente me surpreendeu, de maneira negativa, nesses últimos dias, que foi o caso do Robinho no Real Madrid.

Robinho surgiu no Santos jogando um belo futebol, digno de ser chamado de craque mesmo. Carregou o time nas costas por dois ou três anos (não me recordo direito quanto tempo), até que começaram a surgir especulações sobre sua saída. Então surge a figura de Wagner Ribeiro, seu empresário. Traz uma proposta do Real Madrid, boa, mas aquém do que o Santos esperava pelo atleta. Então, faz a cabeça dele para que pare de jogar e treinar até que o clube aceite a proposta. A negociação acontece.

No Real Madrid, apesar de toda a pompa e expectativas com relação ao atleta, ele nunca mais demonstrou o que jogava por aqui. Evoluiu em aspectos táticos, muito bom, mas perdeu o que mais se esperava dele, que era partir para cima dos adversários, usar sua habilidade. Passou a ser um jogador mais burocrático, virou comum. Parte disso credito aos técnicos europeus não saberem posicionar um jogador do tipo dele, que tem que jogar aberto pela ponta, com uma grande dose de liberdade no time.

Neste ano, cansado de não ser titular, com expectativas (não sei de onde) de ser eleito o melhor jogador do mundo e com Felipão no Chelsea, vê a possibilidade de sair do clube para jogar em outra grande equipe. Seria uma bela chance, pois já trabalhou com o técnico e é um técnico brasileiro, que facilitaria sua vida. O Chelsea faz suas propostas, mas não consegue entrar em acordo com o Real Madrid pela transferência.

Começa então o show de bizarrices. Robinho, em atitude das mais sem caráter, fala repetidamente à imprensa sobre seu interesse em sair, por não ser titular, por querer ser o melhor do mundo. O Real reage, através de seu técnico e diretoria, assegurando que lhe dariam as condições para que ele pudesse desempenhar seu melhor futebol e que não o venderiam, pois a proposta não era boa. O Chelsea tenta se aproveitar da situação, dizendo que chegou ao seu máximo, que não poderia subir mais a oferta. Robinho convoca uma coletiva de imprensa, dizendo que está descontente, que o clube deveria deixá-lo ir, que não é uma atitude profissional. Surge uma proposta do Manchester City a uma hora do fechamento da janela de transferências, e Robinho fecha sua saída.

Como não se impressionar com essa situação? Robinho, ao invés de sentar e conversar com a diretoria e o técnico sobre sua situação, fala diretamente à imprensa e se surpreende com o clube ter uma atitude negativa à seus pedidos. Wagner Ribeiro repetidamente forçou a saída do atleta, buscando clubes interessados. Conseguiu irritar até a diretoria dos times interessados com suas atitudes. Parabéns aos dois. Conseguiram o que queriam. Robinho vai jogar num time de segundo escalão da Inglaterra, ganhar rios de dinheiro (acho que era só isso o que importava mesmo), onde definitivamente não será o melhor do mundo. Aliás, acho que isso nunca vai acontecer mesmo. Robinho devia engraxar a chuteira de Cristiano Ronaldo antes de pensar em ser o melhor do mundo. Não só pelo futebol, mas pelo caráter também.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Brasil e Argentina

Podia muito bem vir aqui e descer a lenha nos jogadores. Mas não o farei porque, obviamente, a culpa não foi dos caras. Sim, ganham bem. Sim, estão na Europa. Mas, em sua maioria, vinham se esforçando. E, fato relevante, obedecem ordens. Se o técnico do time pegar o goleiro e botar pra jogar de lateral esquerdo, o cara vai, não vai? Tá obedecendo a um pedido do treinador. Mas, vai ser uma coisa ridícula o desempenho do atleta.

Chegamos então à questão do jogo ontem. Seria perfeitamente aceitável perder pra uma equipe como a da Argentina, apesar da rivalidade, se o time tivesse mostrado alguma coisa. O time da Argentina é bom, bem armado e com jogadores de excelente qualidade. O Dunga, que deveria permanecer como ex-jogador, faz expôs o time ao ridículo.

Ontem ele armou o time em um 10-1. 10 jogadores atrás do meio de campo e um no ataque. Por melhor que o outro time fosse, nada justifica. A marcação estava completamente errada. Apesar de jogar com 10 atrás, a Argentina tocava bola facilmente por entre a nossa defesa. Os volantes estavam completamente mal posicionados, além de não darmos o bote na saída deles, que é um erro crucial. E, para não dizer que estou errado, após tomarmos o gol, o Brasil jogou por 10 minutos como deveríamos ter jogado o jogo inteiro, mordendo na saída deles, e batemos duas bolas na trave.

Partamos então para a seleção de jogadores. Ronaldinho tem futebol para ser o melhor do mundo, sem dúvida. Não hoje. Está gordo, e jogador sem preparo não dá. Fora isso, foi colocado pra jogar no ataque, fora de sua posição. O Anderson foi um jogador interessante à época do Grêmio, na Inglaterra foi transformado de um jogador habilidoso e ofensivo, a um jogador mediano. Aliás, a situação do Ronaldinho me lembra outro erro tático crasso. Além de só ter um atacante no ataque, o time não tinha uma referência pra ajudar na saída de bola, já que o Sóbis ou o Pato (desempenho medíocre), são jogadores que não jogam como referência.

A parte boa dessa derrota é que, se Lord Teixeira tiver um mínimo de critério, livrar-nos há das fábulas no comando da seleção e colocará um técnico em seu lugar. Qualquer um. Que seja técnico. Mas se fosse o Luxa seria legal.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Olimpíadas

Sexta feira iniciaram-se as olimpíadas em Pequim (ou Beijing, como preferem os anfitriões). Assumo que não tenho costume de assistir não, são esportes para os quais não ligo muito. Até a cerimônia de abertura é difícil de ver, é longa demais. Mas assisti o finalzinho e achei muito bonita, principalmente a idéia de fazer o chinês "voar" para acender a pira. Depois vi outros momentos pela tv também e ficou muito legal. Mas, sem condição alguma de ver uma cerimônia de 4 horas! Desfile de 200 delegações não dá.

Esse final de semana resolvi tentar assistir algumas provas. Na semana passsada assisti o primeiro jogo do futebol, e foi medonho. Assisti também algumas provas de natação, foram muito legais. Está difícil ver alguma prova em que alguém dispara, como costuma acontecer. Mas estou decepcionado com o Phelps. Todo mundo falando que ele vai ganhar um monte de medalhas, mas não vi nada de excepcional nele até agora.

Ontem assisti o revezamento 4 x 100 masculino, foi sensacional. O time da Austrália veio bem nos dois primeiros participantes, os EUA se recuperaram no segundo, mas depois caíram de novo, a França pegou o primeiro lugar com o segundo nadador e ficou bem até o final da prova. O tal do Phelps foi o primeiro dos EUA e não fez nada demais. O último cara dos EUA foi um animal. Na metade dos últimos 50 metros, ele estava atrás por meio corpo ainda, e conseguiu ganhar do francês, uma retomada impressionante!

Outra prova que gostei foi o handebol feminino. Vi Brasil e Hungria, foi muito bom! O Brasil começou atrás no jogo, estava mal na partida, levamos várias suspensões de 2 minutos, que nos prejudicaram bastante. O time da Hungria era muito bom, tem uma jogadora que acho que é a melhor do mundo. Aí o técnico brasileiro adiantou a marcação do time e a partida se equilibrou bastante. A meia direita fez um monte de gols em seguida e o time da Hungria começou a tomar suspensões. Até o último minuto o Brasil ficou na frente. Faltando um segundo (exato), a Hungria ganhou uma falta e empatou o jogo. Mas valeu a pena!

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Televisão

Ontem eu dei uma entrevista para um programa na televisão. Com isso de negociar na Bolsa de Valores, participo de alguns fóruns na internet, entre eles o de uma das corretoras que uso. Nesse fórum divulgaram que seria gravado um programa com pessoas que negociam na Bolsa e que precisavam de participantes. Resolvi mandar um email me oferecendo e me chamaram para participar.

É um programa sobre finanças, mais especificamente sobre querer ficar rico, e como chegar lá. Adotaram o tema de investimentos na bolsa, e alguns perfis: pessoas que queriam viver de rendimentos, pessoas que não largam o emprego de jeito nenhum e pessoas que gostariam de largar, mas não sabem como. Não sei bem em qual deles me enquadraram, mas eu gostaria de viver de rendimentos.

A entrevista foi bem legal e surpreendentemente rápida. Eu tinha a impressão de que seria feita com várias pessoas no mesmo dia, mas acabei sendo só eu o entrevistado no dia, acredito que já tivessem feito com as outras pessoas. Demorei mais no trânsito da Santo Amaro / Joaquim Floriano do que na entrevista. Assim que souber quando vai ao ar e onde encontrar o programa (é de canal fechado da TVA), coloco as informações aqui.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Relações de trabalho

Falando com o Adal aqui sobre situações de trabalho, me lembrei de algumas coisas interessantes. Falávamos sobre possíveis mudanças de emprego, por falta de perspectiva de subida na atual empresa (trabalhamos na mesma empresa), e sobre o porque sair ou não. Daí chegamos num ponto interessante: politicagem.

Aqui na empresa onde estamos, temos de ser muito políticos para nos fazermos perceber. Mas não sei se mais que em outros lugares. Não há como negar, em toda empresa tem. Eu ainda tenho uma boa desvantagem nesse aspecto, trabalho em home office. Apesar de todas as vantagens que esse sistema me proporciona (trabalhar de pijama, dormir no almoço, etc), em termos de visibilidade, perco demais.

O café no intervalo, o papinho quando chega e depois do almoço são fundamentais para qualquer um que quiser subir em uma empresa, não tem jeito. Não acho que seja a coisa mais certa, mas é a regra do jogo. Temos de ouvir piada besta do chefe, fingir que aquele bobalhão com quem você trabalha é seu amigão e por aí vai, faz parte do jogo.

Mas tem uma coisa que me mata: comemorar aniversário no escritório. A secretária sempre descobre, encomenda alguns salgados e um bolo. Aí vem aquele monte de gente, a maior parte gente com quem você não conversa e nem sabe quem é, te cumprimentar como se fosse amigo de frequentar sua casa, quando todos só querem mesmo é saber da bóia. Fora ficarem olhando pra tua cara, como se você fosse um bichinho em um aquário, com aquela cara de quem está esperando seu próximo movimento.

Talvez fosse interessante colocar no currículo características como: sei ser amigão e sei ser político. Adoro comemorar meu aniversário no escritório! UAHhuahuA. São essas coisas que me fazem crer ser difícil fazer amigos de verdade no trabalho. As pessoas são forçadas o tempo todo a agirem falsamente que fica difícil saber quando estão sendo verdadeiras.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Bolsa de valores

Ps: ter colocado o post sem título foi osso
Vou tentar manter ao menos a média de um post por semana aqui. Pra uma retomada, acho que nada mais justo, não? Enfim, vamos à pauta....

Se é que há pauta... Estou aqui a uns 30 minutos querendo escrever mas não tenho tema para escrever sobre.... Talvez pudesse escrever sobre minha corretora de valores que cada hora me dá uma encheção de paciência. Em geral ela vem bem, mas nos últimos dias ela vem colecionando feitos.

Vamos começar com uma explicação mais geral. Corretora de valores é uma empresa que me permite negociar na bolsa de valores, coisa que venho fazendo com certa regularidade. Gostei bastante do mercado de capitais como alternativa de investimento, é trabalhoso, mas vale a pena. Funciona da seguinte maneira: a corretora tem uma conta no banco e seu cadastro. Quando fazemos uma transferência para esta conta, ela identifica de onde veio (através de seu cadastro) e disponibiliza o valor para você aplicar.

Começa aí um dos problemas que ela me dá. Cada vez que faço uma transferência pra conta dos caras é um sacrifício pra eles reconhecerem a transferência. Colocaram uma opção no Home Broker (sistema que eles criaram para os clientes operarem), para você enviar os dados da transferência feita e tal, mas não adianta. Toda vez tem que mandar o comprovante pros caras, ligar no atendimento 3, 4 vezes.

Agora tem uma novidade. A custódia. Custódia é qualquer papel que está em seu poder. Ou seja, se compro 100 papéis de Petrobrás, tenho 100 papéis em minha custódia. Hoje a custódia está desatualizada, ou seja, eles não informam corretamente o que está com você ou não. Como tem alguns mecanismos para vender automaticamente um papel quando ele atinge um certo valor, não sei se isso aconteceu ou não.

Que bonito né?

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Trabalhando como gente grande

Postagens atrasadas até segunda ordem. Mudança de projeto no trabalho complicou minha vida, e tenho dúvidas se foi pra melhor, me arrumei um enrosco do tamanho de um bonde e sem grande liberdade pra poder arrumar. Trabalhando na mesma correção besta a 4 dias.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Feriado

Feriado é uma coisa bacana, meio que uns dias de férias, não se trabalha, podemos descansar um pouco. Ontem teve um aqui em São Paulo, se não me engano pela Revolução Constituicionalista de 32. Foi bacana, fui com o pessoal tomar uma cervejinha, bater um papo e jogar um dominó. Sim, dominó. Foi bem legal.

Mas o ponto é: feriado de quarta feira embaça. É bacana porque não trabalhamos e tal, mas quebra a semana e joga a quinta e sexta no lixo. Quarta é um dia fatal, é quando a semana embala ou vai pro saco. Se não trabalhamos, esquece, acabou ali, não tem como recuperar. E eu tenho um monte de coisa pra fazer. Mas o espírito da semana já foi, abraço.

É como ter um final de semana no meio da semana. Na segunda e terça estamos pensando no feriado. Aí damos uma relaxada, e temos que voltar. É muito ruim. Mas não vou reclamar não. Melhor do que se tivesse trabalhado.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Fondue

É, resolvi tentar de novo, vamos ver se funciona. Ontem à noite saí com a Ka e amigos para comermos rodízio de fondue. Havia fondues de carne, queijo e doces disponíveis, provamos de todos. A maioria (como eu), nunca tinha provado o tal fondue de carne, e cada um tinha uma idéia diferente sobre o que seria. Eu achei que a carne cozinhava no que a gente mergulhava, e que este dava o gosto (errei). Outro achou que a carne vinha cozida e que a gente mergulhava no queijo (errado também). No final das contas, você mergulha a carne no óleo quente, que frita a carne. Sem graça, devo dizer. A carne vem sem tempero, então tem que colocar uns molhos para dar o sabor. Detalhe é que os molhos eram mais molho de salada que sei lá o que. Enfim, provei.

O de queijo estava muito gostoso, vieram, além do tradicional pão, batatas e goiabada para mergulhar. A goiabada não era muito do meu paladar, mas ficou legal. Bom mesmo foi a batata. E depois o fondue doce, de chocolate com frutas. Todos adoraram, principalmente a mulherada.

Enquanto escrevo aqui, tento matar a curiosidade surgida na mesa ontem. Seria fondue o prato, ou a forma de preparo? Segundo a Wikipedia (Fondue), é o prato, que geralmente é de queijo. As variações de carne e chocolate não são originais.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Quem sabe?

Estou considerando voltar a escrever aqui... Me deram a idéia e sempre é bom escrever por aqui... Então, quem sabe?

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Sem muito assunto

Graças à reclamação do Chico, resolvi escrever alguma coisa aqui. Ando sem novidades, pois tudo o que tinha pra fazer, já fiz. Só falta um passeio de barco no lago, que devo fazer no final de semana, após tentativas frustradas graças às condições de clima, nos últimos dois finais de semana. Consegui trocar minha passagem de volta, agora chego sábado dia 6/10, não domingo. Sexta vou trabalhar no aeroporto, já que pego um vôo daqui para NY às 14 e só saio de NY para o Brasil às 22h.

No trabalho, tudo vai indo suave. A fase de testes do software continua, está quase terminando agora. Estou fazendo alguns ajustes/melhorias e ajudando em alguns testes de performance de outros software. Estou na verdade mais preocupado mesmo é em planejar o que fazer quando voltar pra casa, pra onde vou sair, quando vou encontrar meus amigos e etc.

Quero também ir passear para ver a mudança da folhagem, um dos principais eventos daqui. Aqui no outono fica muito bonito, pois as árvores ficam com as folhas amarelas, vermelhas, cores que não aparecem muito no Brasil. Não sei se vou conseguir ver direito, pois volto para casa meio que no começo dessa mudança, mas vamos ver. Esse final de semana devo dirigir ao topo de uma montanha também para conhecer.

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Futebol

Hoje tem bastante assunto de futebol pra comentar. Comecei a jogar um novo campeonato aqui, dessa vez é society. O mais legal é que o campo é de grama sintética, mas dá para jogar com chuteira de trava tranquilamente, a grama é bem alta, não há problemas. O único problema que tem é que os caras fazem um campo bacana, grande, com um gol do tamanho de um gol de futebol de salão! Pra jogar com bola de campo! Fazer gol naquele treco é semi impossível, só tem jogo terminando em 1 a 0, 2 a 0, só placar baixo. Mas tem sido divertido. Meu time jogou duas partidas, ganhamos as duas.

Ainda no futebol, temos a seleção brasileira, que ganhou os dois últimos amistosos. Eu assisti o de domingo, contra os EUA, e foi terrível. Apesar de termos feito 4 gols, no primeiro tempo os EUA dominaram, algo que vem sendo característico do time do Dunga, que só acorda depois que o adversário domina, e depois jogou um futebol mediano para ganhar a partida. Lendo sobre a partida de ontem contra o México, parece que foi um pouco melhor, mas ainda assim fico com a impressão de que os problemas persistem.

Tivemos também o episódio do prezado Luiz Felipe Scolari. Este cidadão, que se diz técnico de futebol (pra mim o que ele faz os times jogarem não é futebol, está mais próximo de luta livre), o mesmo que se diz tão mais europeu, educado, polido, que brasileiro, deu um soco num jogador do time da Sérvia no final do jogo. Do nada. Diz ele que estava defendendo seu jogador. Ainda assim, tem que dar um soco no cara? Sabe qual o problema disso? Apesar de ele se dizer europeu, pros europeus, esse lixo é brasileiro, aí a imagem que fica é que nós somos selvagens, mal educados e etc. Mais um pra sujar nossa imagem.

Um assunto sem ser futebol, estava assistindo televisão ontem, e vi campeonato de ultimate fight feminino. Bizarro. Tosco. Feio.

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

É isso aí

Esse final de semana não fiz nada por aqui, não estava com vontade. Sábado eu só queria acordar a hora que desse na telha, mesmo que perdesse o café da manhã no hotel. E perdi. Tá bom, acordei às 8:30 , mas virei e dormi de novo. Fui tomar café na rua. Não fiz nada o dia todo, fiquei andando por aí. Domingo foi pior ainda, já que estava chovendo. Almocei num restaurante indiano que não estava gostoso e fui ao shopping. Muito bom, achei calça jeans por 15 dólares.

Estou cansado de ficar aqui sozinho eu acho. Sinto falta dos meus amigos, da namorada, dos pais, de tudo. Hoje estava vendo umas fotos antigas de viagem com a galera da facu, muito bom. Vontade de fazer tudo de novo.

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Canadá

Esse final de semana foi um final de semana prolongado pois hoje foi feriado, Memorial Day, similar ao dia de Finados para nós, só que referente à mortos em guerra. Aproveitei e fui ao Canadá passar alguns dias e conhecer outras cidades um pouco mais distantes que fica difícil visitar em um final de semana, como Quebec e Ottawa. Saí no sábado cedinho e fui primeiro à Quebec.

Quebec é uma cidade muito bonita, parece uma cidade antiga da Europa, muita influência francesa. A área antiga da cidade tem ruazinhas pequenas, prédios antigos e baixos, muito legal. É uma das partes mais movimentadas da cidade também e fica perto do parlamento da cidade. Gostei muito, é uma cidade muito bonita.

À noite saí com um pessoal do hostel para um barzinho, coisa mais tranquila. Ficar no hostel é muito legal, tem muita gente muito legal, sempre tem uns passeios muito legais pra fazer, e é uma opção barata de hospedagem. Domingo fui à Ottawa, a capital do Canadá. Uma das estradas mais chatas que já peguei na minha vida, absolutamente nada pra ver, estrada completamente reta, quase dormi umas duas ou três vezes. A cidade é bonita, mas é meio sem graça, tudo gira basicamente ao redor do parlamento. O prédio é bem legal, dá pra visitar todas as salas e tudo.

À noite fui a um tour de bares junto com o pessoal do hostel, foi muito legal, tinha muita gente, cerca de 40 pessoas. Foi legal porque conheci gente do mundo todo e tinha uns bares muito legais também. Hoje fiquei em Montreal mesmo, e fui ao Biodome, que é um lugar em que eles recriaram o meio ambiente de todas as Américas, muito bonito. Fui também ao estádio das Olimpíadas de 86, ao circuito de F-1 e passei perto do Casino.

Gostei muito do Canadá, é um lugar muito bonito, com gente bonita e educada. Tudo é muito limpo também. Eles tem umas coisas meio estranhas, dado à questões históricas da influência da Inglaterra e da França, então metade do país fala inglês e metade fala francês, meio que à vontade. Gastei muito dinheiro, as coisas andam muito caras, as taxas são muito altas. Mas vale a pena.

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Reciclagem

Uma coisa muito legal que tem por aqui, ao menos na região aonde estou, é o estímulo à reciclagem. Em qualquer supermercado que se vá, tem os contâineres para se depositar latas, garrafas e vidros, e ainda ganha um valor por cada um que você depositar. Quando se compra algo que venha em qualquer um desses tipo de vasilhames recicláveis, se paga um valor a mais referente à depósito, que você pega de volta se retornar o vasilhame para reciclagem.

Isso é algo que eu acho que deveríamos investir mais no Brasil, é algo que ajuda muito. Perto da minha casa tem um supermercado com os contâineres para receber todos os tipos de recicláveis, mas estão escondidos, o que já é um fator desmotivante. Em geral, não há muitos lugares que tenham esses contâineres, o que também dificulta à maioria da população tentar participar do programa.

É muito fácil reciclar as coisas, é só separar o papel, o vidro e o plástico, não entendo o porque de não se fazer isso. Claro que é mais fácil simplesmente jogar tudo no mesmo canto, mas qual o esforço extra de se jogar algumas coisas em latas diferentes? Claro que também precisa do outro lado, de termos empresas coletoras de lixo que processem esse material, mas precisamos fazer nossa parte, para motivar que essas empresas apareçam.

Aqui na empresa todas as salas tem duas latas de lixo, uma para reciclável, outra para não reciclável, acho que isso é um estímulo legal. Todas as empresas deviam, no mínimo, reciclar papel. Devia ser obrigatório, assim como a lei que foi aprovada em SP, sobre todos os prédios com um tamanho X para maior, de terem uso de energia solar. É uma coisa muito fácil de se fazer, e que poupa recursos naturais.

domingo, 26 de agosto de 2007

Tempo

Não notei que fazia tanto tempo (uma semana) que não escrevia aqui! E olha que até tenho bastante coisa sobre o que escrever. Essa semana minha liga de futebol aqui terminou, fomos eliminados na semi final, e começo a jogar outra na semana que vem (não a que começa hoje).

Na quinta fui almoçar sozinho em um restaurante bacana que tem perto da empresa, de comida italiana. Comida excelente e barata. O mais interessante foi que um cara começou a puxar papo e tal, o cara era cliente do restaurante a um tempão, contando que passa 6 meses do ano nas Bahamas e depois volta. Aí, no final da conversa, me fala que corre de carro por aqui e me passa o endereço, caso eu queira ir.

Acabei indo, foi bem legal (fotos no álbum). Era corrida de carros tipo stock, meio que uma NASCAR do interior. Haviam duas categorias, na primeira, era meio que o cara pegava qualquer carro e botava na pista. A segunda era mais séria, os carros eram preparados e bem mais rápidos. O circuito era bem pequeno, o que tornou as corridas muito chatas, já que não haviam ultrapassagens, só quando o cara errava muito forte, mas dava margem à muitos acidentes (até que aconteceram bastante). Foi bem divertido.

No sábado voltei à North Conway em New Hampshire para fazer algumas compras. Queria umas roupas novas e nada pra fazer, então fui. Foi muito legal também porque o caminho é muito bonito, tem várias montanhas, acabei subindo em uma para ver. Hoje fui comer o brunch (café da manhã / almoço) em um hotel que tem o instituto de culinária, bom demais! Vários pratos chiques para provar, muita fruta fresca. Comi tanto que fiquei sem comer até às 19 horas.

domingo, 19 de agosto de 2007

Eventos

Esse final de semana foi bem legal, bem movimentado. A Laura ia sair com a turma dela da faculdade e me chamou para ir junto. Na sexta eles foram à três bares/baladas diferentes. Foi engraçado, no primeiro era bem bar mesmo, tinha um carinha tocando violão, era um lugar meio pequeno. No segundo era meio que um bar/balada, estava tocando um som eletrônico, mas ninguém se mexia, ficou todo mundo sentado. O último lugar era uma balada de verdade, mas parecia aquelas festas que eu ia no ginásio. O lugar era razoavelmente claro, o som não estava tão alto e ninguém dançava, ficava sentado nas mesas só.

Foi divertido, conheci umas pessoas que não conhecia antes, mas é um conceito de balada engraçado. Claro que deve ser diferente de uma cidade grande, mas ainda assim. A maior balada daqui todo sábado é noite dos anos 80! Coisa de maluco. Mas compreensível, dia que o pessoal gosta de sair mais por aqui é sexta.

No sábado fui à uma trilha/escalada em um morro aqui perto. Foi uma subida tranquila, mal deu para suar, mas foi bem legal, a vista lá de cima é muito bonita. Saindo de lá, paramos em uma fazenda para pegar blueberry (mirtilo) no pé. Isso é muito legal daqui, é costumeiro ter fazendas abertas para entrar, pega suas frutas no pé, e compra por peso. Já vi de morangos, maçãs, blueberry e framboesas.

À noite a Laura chamou todos para ir à casa dela tomar caipirinha. Ela tinha pinga, e ninguém conhecia caipirinha, então resolveu fazer. Nem eu nem ela sabíamos fazer, então fomos à internet. Eu acabei fazendo todas e, modéstia à parte, ficaram muito boas, todos gostaram. Jogamos um jogo bacana também, chamado taboo. Você tira uma carta que tem uma palavra no topo e uma lista de palavras abaixo. Seu objetivo é fazer seu time dizer a palavra do topo, sem usar as debaixo que, geralmente, são as alternativas mais óbvias de descrição da palavra.

terça-feira, 14 de agosto de 2007

Montreal

Esse final de semana foi bacana, não tinha planejado nada, mas acabei fazendo bastante coisa.... No sábado fui ver o filme dos Simpsons, é bem legal. Eu esperava mais algo do tipo de gargalhar o tempo todo, não é assim, mas vale a pena. Dão umas cutucadas animais na cultura americana e no governo deles.

No domingo a minha amiga brasileira Laura me ligou, falando pra gente ir à Montreal. Eu estava enrolando pra ir porque estava receoso com a política de fronteira americana, de conseguir ir e não conseguir voltar. Mas como tinha companhia, e ela já tinha feito a viagem antes, aproveitei a oportunidade. E foi muito mais fácil do que achei que seria.

Fizeram algumas perguntas, mas nada demais, foi sussa. Tinha uma pequena fila na fronteira, mas nada demais. E lá vamos nós ao Canadá. Montreal fica a cerca de 2 horas de Burlington, muito tranquilo de ir. E vale a pena. Será meu passeio de final de semana agora! É uma cidade média/grande, 4 milhões de habitantes, tem muita coisa para fazer por lá.

É uma cidade muito bonita, tem bastante arquitetura antiga. Tem algo muito interessante também que é o shopping subterrâneo, criado para que a cidade não pare na época de inverno, que é muito intenso. O shopping é absurdamente grande, vai seguindo as linhas do metrô. Tem umas fotos de como eles foram construindo, uma igreja ficou praticamente flutuando durante 1 ano e tanto para as construções.

Tem muita gente bonita na cidade também, e é diferente dos americanos. É mais engraçado porque falam francês em Montreal e eu não entendo 10 centavos dessa língua. Falam inglês também, mas a língua principal é o francês. Acabei não conhecendo tanto, pois passei apenas um dia, mas certamente voltarei, é perto e fácil de chegar. Quero ir também à Quebec ou Ontario, que são perto.